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27 de mai. de 2009

Indivíduo e as Organizações para os Estruturalistas - Homem Organizacional


1.INTRODUÇÃO

Este trabalho é direcionado aos estudantes do curso de Administração de Empresas para o devido entendimento sobre o Homem Organizacional.


2. OBJETIVO

O objetivo desse trabalho consiste em apresentar o Homem Organizacional dentro da visão dos Estruturalistas

O Homem Organizacional.


Por volta de 1949 foi instituída uma nova forma de pensar conhecida como: “Abordagem estruturalista” tomando a linguagem como modelo de cientificidade, que permitia analisar os fenômenos culturais em sentido amplo. A abordagem estruturalista foi um modelo de pensamento que foi utilizado em diversas áreas do conhecimento. Tais como: Lingüística, psicanálise, sociologia, antropologia, historia e outras áreas. Que por sua vez se desdobrou em duas Teorias: Burocracia e estruturalismo.

O Estruturalismo na Administração

Para os estruturalistas, a sociedade moderna e industrializada é uma sociedade de organização das quais o homem passa a depender para nascer, viver e morrer. As organizações são as formas de instituição dominante da sociedade moderna: São as representações de uma sociedade altamente especializada e interdependente, que se caracteriza por um crescente padrão de vida.As organizações permeiam toda vida do indivíduo em todos os aspectos e envolve a participação de várias pessoas. As organizações são limitadas pelos seus recursos escassos e, por isso, não podem tirar vantagens de todas as oportunidades que surgem: Daí o problema de determinar a melhor alocação de recursos. A eficiência é alcançada quando a organização aplica seus recursos na alternativa que produz o melhor resultado.
O homem que desempenha diferentes papéis em várias organizações. O homem organizacional necessita ter as seguintes características:


1 – Flexibilidade – Em face de varias mudanças, que ocorrem na vida moderna, bem como na variedade de papeis exercidos nas diversas organizações.


2 – Tolerância às frustrações – Para evitar desconfortos e desgastes emocionais, proveniente das demandas da organização e das necessidades individuais.


3 – Capacidades de adiar as recompensas – É poder compensar o trabalho rotineiro dentro da organização, em detrimento das preferências e vocações pessoais por outros tipos de atividades profissionais.


4 – Permanente desejo de realização – Para garantir a conformidade e a cooperação com as normas que controlam e garantem as ascensões de cargos dentro da organização, promovendo recompensas e sanções sociais e matérias.


Foi desenvolvido o modelo de homem com características e competências, necessárias para atender a demanda das organizações e para viver em uma sociedade complexa, interdependente e dinâmica. Pois o individuo participa de varias organizações sejam elas: religiosas, penais, familiares, empresariais, em fim. O individuo organizacional é um ser resiliente e auto-motivado.


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17 de mai. de 2009

Contribuição da Psicologia para uma melhor compreensão da relação entre indivíduos e organizações.

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Vídeo Emoções nas Organizações


1.0 Análise da modalidade oral no vídeo Emoções nas Organizações

Conforme análise realizada, os entrevistados utilizaram espontaneidade sem muita preocupação com utilizações das regras gramaticais e conversas formais, porém não utilizaram nenhum tipo de gíria assim como não tiveram um vocabulário restrito, pois houve uma diversidade de palavras sem repetições, talvez devido ao pouco tempo de conversação.
Por possuírem um nível de instrução acadêmico, observa-se que eles utilizaram um nível de linguagem Coloquial, livre de formalidades, aproximando-se em raros momentos do Nível Culto.

2.0 CONCLUSÃO

O uso da linguagem Coloquial é freqüentemente utilizado pelos entrevistados. A mensagem emitida fica clara para o entendimento de pessoas pertencentes aos níveis Coloquial e Culto dificultando o entendimento do falante do nível popular.

3.0 BIBLIOGRAFIA

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo: M. Fontes, 2002.

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Vídeo com o tema Maiêutica Socrática.

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22 de abr. de 2009

O Indivíduo nas Organizações

Na abordagem clássica observa-se que os inventores sociais eram contra o desperdício de tempo, de energia no trabalho e trabalhavam em prol do funcionamento intitucional das empresas onde todos eles contribuiam para intelectualizar o trabalho humano. Entendiam eles que a ênfase nas tarefas e nas estruturas era possível aumentar a produtividade e a eficiencia por meio da qualificação operacional (divisão do trabalho) utilizando-se a figura do “homem econômico” e pela disposição dos órgãos pertencentes à organização através de inter-relações estruturais.Essa forma de concepção estrutural é fortemente influenciada pela organização militar e eclesiástica – rígida e hierarquizadas. Que é claramente constatada quanto à divisão de trabalho focada na especialização das tarefas (heterogeneidade), com idéia básica de que maior divisão de trabalho significa mais eficiência, essa divisão se dava por níveis de autoridade e responsabilidade (vertical) e tipos de atividades. Cada departamento ou seção tem atividade própria e especifica (horizontal), com isso haverá coordenação para garantir a harmonia do conjunto. Esta Teoria recebe o nome de “Teoria da máquina”, pois caracteriza por uma visão de comportamento mecanicista do trabalho e preocupava-se apenas com a organização formal descuidando da organização informal (operário/grupo).Para obter a colaboração e motivação dos operários eram necessários incentivos monentários e prêmios de produção a medida que o resultado da produção estivesse dentro ou superado o tempo padrão. Como uma boa relação entre os setores e funcionários, obedecendo uma hierarquia, traria também bons resultados para a organização.Em contrapartida a Teoria das Relações Humanas aborda uma modalidade diferente, fala-se em motivação, comunicação, organização informal, dinâmica de grupo e liderança. A felicidade humana passa a ocupar um lugar significativo, já que o Homo economicus (Teoria Clássica) é substituído pelo Homem social, que tem necessidades fisiológicas e psicológicas não sendo motivado por estímulos econômicos e sim por recompensas sociais, simbólicas e não-materiais.Nessa teoria a motivação é a tensão que leva o individuo a mudar o seu comportamento visando à satisfação de uma ou mais necessidades e essa satisfação conseqüentemente deixa o operário com o moral elevado e estimulado à colaboração entre organização informal e formal.Outra área que ela enfatiza é a liderança, o administrador necessita conhecer a natureza humana e saber conduzir as pessoas já que ele exerce influencia interpessoal reduz as incertezas de um grupo, deve avaliar as tensões, manter o equilíbrio e comunicação com seus subordinados.A Teoria das Relações humanas enfoca o desenvolvimento de grupos e não o comportamento individual. É oposta à teoria clássica onde os conceitos rígidos e mecanicistas passam a ser estudados e corrigidos combatendo a forte tendência à desumanização do trabalho.

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20 de mar. de 2009

Análise Crítica do Filme O Terminal



O filme mostra a história de um homem (Victor), que foi impedido de entrar nos Estados Unidos por não ter seu passaporte reconhecido no terminal do aeroporto e também é proibido retornar para seu país de origem devido a um golpe político que acaba de se iniciar. Logo ele é obrigado a permanecer no aeroporto sob responsabilidade de um oficial da segurança até que seja resolvida sua situação. A partir desse momento ele passa a morar no aeroporto, não imagina que passará meses e mais meses nesse lugar e começa a enfrentar inúmeras dificuldades. Existem linguagens não verbais expostas no filme, as quais ficam explicitadas quando: o ruído da câmera chama atenção de Victor, ou quando o hino de seu país é tocado no noticiário da TV e ou com o barulho estrondoso do avião que acorda Victor. São abordagens que dispensam o uso das palavras para que seja entendido o seu significado. Outra situação clara de dificuldade com a linguagem não verbal é a ausência de comunicados visuais em situações obvias ou a não observação dos comunicados visuais, a exemplo da cena do piso molhado, o telefone que está com defeito e ou o choque de Victor com a porta de vidro. A ausência ou até mesmo a não observação dos comunicados visuais promovem a desinformação no determinado contexto acarretando assim uma série de problemas. O filme apresenta uma rica e interessante linguagem mista, que nos permite apreciar não só sua utilização, como também a dificuldade do emissor se fazer entender pelo receptor, pois o fator cultural promove uma distorção sobre a percepção da informação. O que fica claro na cena em que Frank tenta explicar a Victor a situação do seu país usando objetos, gestos e palavras (maçã e saco de batatas fritas), porém Victor associa esse esforço à designação “Big Apple”. Existem vários outros exemplos de dificuldades de comunicação no filme, e relacionado à comunicação percebe-se também que a seguinte máxima se faz presente: “Quem tem informação domina o mundo” e fica claro quando temos a manifestação da popular “Rádio pião” quando o faxineiro passa para os demais funcionários do terminal a versão dele dos fatos no qual Victor ajuda seu conterrâneo. Neste mesmo trecho é possível perceber Victor utilizando até de uma forma monopolista o seu conhecimento para manipular as informações passadas pelo seu conterrâneo, pelo simples fato de seu único detentor do código lingüístico discutido daquele momento. O domínio e a percepção das diversas formas de códigos que permeiam nosso meio acrescido de valores culturais e conhecimento amplo, promovem juntos o entendimento da forma mais clara e real possível da informação. O terminal é uma foto de uma série de dificuldades enfrentadas no dia a dia que em alguns casos passa despercebido pelos olhos cansados da rotina.

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