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Estes são nossos primeiros passos para futuros administradores.


22 de ago. de 2009

A Nestlé no Brasil cedeu aos pedidos de usuários do orkut e mudou seus planos em relação ao achocolatado Nescau.


O professor Héber Sales de Teoria da Administração em sala de aula comentou sobre as redes sociais substituirem os call centers, andamos pesquisando o poder de influência dessas redes sociais sobre decisões das empresas que estão contratando pessoas para monitorarem seus produtos, sabendo assim o que pensa seu consumidor sobre sua marca, separamos um pequeno texto para servir de exemplo, leia no seguinte endereço: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/02092008-28.shl

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18 de ago. de 2009

Até que ponto nós, administradores, somos livres para modelar os sistemas sob nossa responsabilidade?

Um administrador pode realizar alterações nas rotinas operacionais e nos procedimentos internos que possui a organização sob sua responsabilidade, em busca de um retorno positivo do produto que oferece aos seus clientes, considerando os fatores contingentes e as mudanças constantes do ambiente externo que interferem no seu desenvolvimento.
Destacamos a importância de analisar os procedimentos básicos, vistos de forma geral e alguns fatores que influenciam no desenvolvimento das atividades e neste processo. Que são respectivamente, os recursos extraídos do ambiente, como informações, mão de obra, equipamentos, entre outros; o processo de transformação destes recursos em bens e/ou serviços; os resultados destes no mercado, para o cliente final; e, atuação do estado nas áreas política e legal, situação da economia e do sistema financeiro do país, desenvolvimento e disponibilidade tecnológica, nível educacional e cultural da sociedade, concorrência de outras empresas, preocupação com ecologia e preservação do meio ambiente. Um exemplo prático de uma influência externa é a cultura onde a empresa está localizada, exemplo disso é o calendário que a Ford Nordeste usa, ela programa trabalho extra para carnaval ou até mesmo natal, mas o São João ela não programa nada, pois sabe que o índice de falta é muito grande, já no Sul ela não tem essa preocupação. Nos limitadores internos podemos exemplificar com as regras pré-estabelecidas pela organização. Como podemos observar na abordagem contingencial existe uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos da organização.
Assim, para determinarmos mudanças no sistema organizacional devemos considerar o ambiente interno e externo que as empresas escolheram como seu domínio de operação. E, as contingências como oportunidades ou como restrições que influenciam a estrutura e os processos das organizações. Por isso, para ser efetiva a organização precisa adaptar a sua estrutura às condições do ambiente e aos fatores contingentes existentes dentro do seu campo de atuação. Baseados nesses argumentos afirmamos que nós administradores podemos ter a liberdade para modelarmos o sistema organizacional desde que respeitemos os limitadores para nossas decisões, assim é preciso que se reflita sobre como alterar o desenho organizacional, formado por atividades, processos, operações, produtos e serviços que são elementos embutidos nas estruturas organizacionais.


Fontes:
http://www.fontedosaber.com/administracao/ambiente-externo-e-tipos-de-sistema.html
http://recantodasletras.uol.com.br/

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27 de mai. de 2009

Indivíduo e as Organizações para os Estruturalistas - Homem Organizacional


1.INTRODUÇÃO

Este trabalho é direcionado aos estudantes do curso de Administração de Empresas para o devido entendimento sobre o Homem Organizacional.


2. OBJETIVO

O objetivo desse trabalho consiste em apresentar o Homem Organizacional dentro da visão dos Estruturalistas

O Homem Organizacional.


Por volta de 1949 foi instituída uma nova forma de pensar conhecida como: “Abordagem estruturalista” tomando a linguagem como modelo de cientificidade, que permitia analisar os fenômenos culturais em sentido amplo. A abordagem estruturalista foi um modelo de pensamento que foi utilizado em diversas áreas do conhecimento. Tais como: Lingüística, psicanálise, sociologia, antropologia, historia e outras áreas. Que por sua vez se desdobrou em duas Teorias: Burocracia e estruturalismo.

O Estruturalismo na Administração

Para os estruturalistas, a sociedade moderna e industrializada é uma sociedade de organização das quais o homem passa a depender para nascer, viver e morrer. As organizações são as formas de instituição dominante da sociedade moderna: São as representações de uma sociedade altamente especializada e interdependente, que se caracteriza por um crescente padrão de vida.As organizações permeiam toda vida do indivíduo em todos os aspectos e envolve a participação de várias pessoas. As organizações são limitadas pelos seus recursos escassos e, por isso, não podem tirar vantagens de todas as oportunidades que surgem: Daí o problema de determinar a melhor alocação de recursos. A eficiência é alcançada quando a organização aplica seus recursos na alternativa que produz o melhor resultado.
O homem que desempenha diferentes papéis em várias organizações. O homem organizacional necessita ter as seguintes características:


1 – Flexibilidade – Em face de varias mudanças, que ocorrem na vida moderna, bem como na variedade de papeis exercidos nas diversas organizações.


2 – Tolerância às frustrações – Para evitar desconfortos e desgastes emocionais, proveniente das demandas da organização e das necessidades individuais.


3 – Capacidades de adiar as recompensas – É poder compensar o trabalho rotineiro dentro da organização, em detrimento das preferências e vocações pessoais por outros tipos de atividades profissionais.


4 – Permanente desejo de realização – Para garantir a conformidade e a cooperação com as normas que controlam e garantem as ascensões de cargos dentro da organização, promovendo recompensas e sanções sociais e matérias.


Foi desenvolvido o modelo de homem com características e competências, necessárias para atender a demanda das organizações e para viver em uma sociedade complexa, interdependente e dinâmica. Pois o individuo participa de varias organizações sejam elas: religiosas, penais, familiares, empresariais, em fim. O individuo organizacional é um ser resiliente e auto-motivado.


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17 de mai. de 2009

Contribuição da Psicologia para uma melhor compreensão da relação entre indivíduos e organizações.

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Vídeo Emoções nas Organizações


1.0 Análise da modalidade oral no vídeo Emoções nas Organizações

Conforme análise realizada, os entrevistados utilizaram espontaneidade sem muita preocupação com utilizações das regras gramaticais e conversas formais, porém não utilizaram nenhum tipo de gíria assim como não tiveram um vocabulário restrito, pois houve uma diversidade de palavras sem repetições, talvez devido ao pouco tempo de conversação.
Por possuírem um nível de instrução acadêmico, observa-se que eles utilizaram um nível de linguagem Coloquial, livre de formalidades, aproximando-se em raros momentos do Nível Culto.

2.0 CONCLUSÃO

O uso da linguagem Coloquial é freqüentemente utilizado pelos entrevistados. A mensagem emitida fica clara para o entendimento de pessoas pertencentes aos níveis Coloquial e Culto dificultando o entendimento do falante do nível popular.

3.0 BIBLIOGRAFIA

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo: M. Fontes, 2002.

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Vídeo com o tema Maiêutica Socrática.

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22 de abr. de 2009

O Indivíduo nas Organizações

Na abordagem clássica observa-se que os inventores sociais eram contra o desperdício de tempo, de energia no trabalho e trabalhavam em prol do funcionamento intitucional das empresas onde todos eles contribuiam para intelectualizar o trabalho humano. Entendiam eles que a ênfase nas tarefas e nas estruturas era possível aumentar a produtividade e a eficiencia por meio da qualificação operacional (divisão do trabalho) utilizando-se a figura do “homem econômico” e pela disposição dos órgãos pertencentes à organização através de inter-relações estruturais.Essa forma de concepção estrutural é fortemente influenciada pela organização militar e eclesiástica – rígida e hierarquizadas. Que é claramente constatada quanto à divisão de trabalho focada na especialização das tarefas (heterogeneidade), com idéia básica de que maior divisão de trabalho significa mais eficiência, essa divisão se dava por níveis de autoridade e responsabilidade (vertical) e tipos de atividades. Cada departamento ou seção tem atividade própria e especifica (horizontal), com isso haverá coordenação para garantir a harmonia do conjunto. Esta Teoria recebe o nome de “Teoria da máquina”, pois caracteriza por uma visão de comportamento mecanicista do trabalho e preocupava-se apenas com a organização formal descuidando da organização informal (operário/grupo).Para obter a colaboração e motivação dos operários eram necessários incentivos monentários e prêmios de produção a medida que o resultado da produção estivesse dentro ou superado o tempo padrão. Como uma boa relação entre os setores e funcionários, obedecendo uma hierarquia, traria também bons resultados para a organização.Em contrapartida a Teoria das Relações Humanas aborda uma modalidade diferente, fala-se em motivação, comunicação, organização informal, dinâmica de grupo e liderança. A felicidade humana passa a ocupar um lugar significativo, já que o Homo economicus (Teoria Clássica) é substituído pelo Homem social, que tem necessidades fisiológicas e psicológicas não sendo motivado por estímulos econômicos e sim por recompensas sociais, simbólicas e não-materiais.Nessa teoria a motivação é a tensão que leva o individuo a mudar o seu comportamento visando à satisfação de uma ou mais necessidades e essa satisfação conseqüentemente deixa o operário com o moral elevado e estimulado à colaboração entre organização informal e formal.Outra área que ela enfatiza é a liderança, o administrador necessita conhecer a natureza humana e saber conduzir as pessoas já que ele exerce influencia interpessoal reduz as incertezas de um grupo, deve avaliar as tensões, manter o equilíbrio e comunicação com seus subordinados.A Teoria das Relações humanas enfoca o desenvolvimento de grupos e não o comportamento individual. É oposta à teoria clássica onde os conceitos rígidos e mecanicistas passam a ser estudados e corrigidos combatendo a forte tendência à desumanização do trabalho.

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